Últimas notícias da Fórmula Indy

30 de julho é dia de Cristiano da Matta.

Piloto brasileiro tem duas marcas importantes nesta data.

Um dos principais pilotos brasileiros com passagem na Fórmula Indy (CART – ChampCar) foi o mineiro Cristiano da Matta, que disputou 101 corridas entre os anos de 1999 e 2002, e em seu retorno da Fórmula 1 entre 2005 e 2006.

No dia 30 de julho de 2000, o brasileiro conquistava a sua primeira vitória na categoria, no circuito oval de apenas uma milha em Chicago, pela pequena equipe PPI Motorsports, empurrado pelo fraco motor Toyota, que ainda estava em fase de desenvolvimento.


Confira o vídeo da vitória de Cristiano da Matta em Chicago

Depois disso, da Matta foi para uma das principais equipes da categoria, a Newman Haas Racing, sendo que em seu segundo ano no time de Paul Newman e Carl Haas, o mineiro conquistou o título da categoria com sete vitórias.

Com o título da CART, o brasileiro foi para a Europa disputar o campeonato Mundial de Fórmula 1 nas temporadas 2003 e 2004. Cristiano retornaria aos Estados Unidos para disputar novamente o campeonato da CART, agora, chamada de ChampCar em 2005.

No seu segundo ano de ChampCar após voltar da Fórmula 1, o brasileiro fez sua última prova na categoria exatamente no dia 30 de julho de 2006, no circuito de rua de San Jose e por muito pouco não conquistou outra vitória. O brasileiro acabou ficando em segundo lugar pela equipe RuSPORT.

30 de julho de 2000: vitória em Chicago

30 de julho de 2005: se despede da categoria com o 2º lugar em San Jose

Fórmula Indy realiza testes em Mid-Ohio visando a 12ª etapa do campeonato.

Dezessete pilotos testam no circuito misto onde será realizada a próxima corrida da temporada.

Após realizar duas corridas em finais de semana consecutivos no Canadá, a Fórmula Indy terá um final de semana sem provas. Estas duas corridas disputadas foram realizadas em um circuito de rua, em Toronto, e a etapa de Edmonton, em uma pista única, montada em um aeroporto no centro da cidade.

A próxima etapa do campeonato será realizada no dia oito de agosto no circuito misto de Mid-Ohio. Visando está corrida, a categoria está realizando testes nesta semana no circuito que fica localizado na pequena cidade de Lexington, no estado de Ohio. Os testes acontecem nesta quinta-feira (29) e sexta-feira (30).

Dos 25 pilotos que disputam regularmente a temporada 2010 da Fórmula Indy, dezessete deles estão em Mid-Ohio para buscarem os melhores acertos do chassi Dallara.

Algumas novidades estarão em Mid-Ohio nestes dois dias de testes coletivos, como o campão da Indy Lights de 2009, o norte-americano John R. Hilldebrand, que vai substituir o lesionado Mike Conway na equipe Dreyer & Reinbold Racing, nas etapas de Mid-Ohio e Sonoma, além do italiano Francesco Dracone, que testa pela primeira vez um carro da Fórmula Indy em sua carreira, na equipe Conquest Racing. O italiano estará sendo supervisionado pelo piloto bicampeão da Fórmula Indy, Al Unser Jr e também do diretor técnico da Fórmula Indy, Kevin Blanch.

Confira todos os pilotos que testam em Mid-Ohio nesta semana:


Andretti Autosport: Tony Kanaan, Marco Andretti, Danica Patrick e Ryan Hunter Reay.
KV Racing Technology: Ernesto Viso, Mario Moraes e Takuma Sato
Chip Ganassi: Dario Franchitti e Scott Dixon
Dreyer & Reinbold Racing: Justin Wilson e J. R. Hildebrand
Dale Coyne Racing: Alex Lloyd e Milka Duno
Conquest Racing: Bertrand Baguette e Francesco Dracone
De Ferran Dragon Racing: Raphael Matos
Panther: Dan Wheldon
HVM Racing: Simona de Silvestro

Francesco Dracone deve ser o novo piloto da Conquest Racing

Piloto italiano testou nesta quinta-feira em Mid-Ohio

A Fórmula Indy está realizando uma sessão de testes em Mid-Ohio nesta quinta-feira (29). Uma das surpresas, é o piloto italiano Francesco Dracone a bordo do carro Nº 34, da Conquest Racing.

Como Mario Romancini anunciou que estaria de fora da próxima corrida, o teste de Francesco pode significar ser o novo piloto da Conquest a partir da próxima corrida, no mesmo circuito de Mid-Ohio.

No ano passado o piloto estava disputando a Fórmula 3000 européia.

Equipe Lotus da Fórmula 1 deverá fazer pacote aerodinâmico na categoria.

Atual patrocinadora da KV Racing Technology pretende ampliar sua atuação na Fórmula Indy.

A equipe Lotus de Fórmula 1 anunciou nesta semana a revista Autosport, que deverá fazer seu próprio pacote aerodinâmico para a nova geração de carros da Dallara, a partir de 2012.

Atualmente a Lotus patrocina da equipe KV Racing Technology com o carro do piloto japonês Takuma Sato. Além dos recursos financeiros ao carro Nº 5, existe uma parceria técnica também, segundo a revista.

Para a direção da equipe, este é próximo passo a ser dado na categoria. “Nós pretendemos fazer nosso próprio kit aerodinâmico. É uma evolução natural de nosso envolvimento com a Fórmula Indy”, disse o diretor de carros da Lotus, Claudio Berro.

A partir de 2012, qualquer equipe ou construtora poderá conceber um pacote aerodinâmico, tanto para pistas ovais quanto para pistas mistas.

Emerson Fittipaldi conquistava primeira vitória brasileira na Indy há 25 anos.

Piloto abriu o caminho para os brasileiros conquistarem outras 101 vitórias

O dia 28 de julho é marcante para o automobilismo brasileiro, principalmente na Fórmula Indy. Há exatos 25 anos, o piloto Emerson Fittipaldi conquistava sua primeira vitória na categoria norte-americana e conseqüentemente, a primeira vitória brasileira na categoria.

Emerson que estreou na categoria no ano anterior, mas não tinha feito uma temporada completa, vinha conquistando vários pódios em seu segundo ano de Fórmula Indy.

A corrida seria no dia 21 de julho, mas durante aquele final de semana, ocorreram muitos acidentes durantes as sessões de treinos, devido a problemas nos pneus. Os compostos da Goodyear estavam dechapando, já que a parede do pneu não estava oferencedo a resistência necessária para a altas velocidades obtidas neste oval de duas milhas. A direção da Fórmula Indy, junto com a Goodyear e os responsáveis pelo Michigan International Speedway, decidiram adiar a corrida em uma semana. A Goodyear, única fornecedora de pneus na época, resolveu então utilizar os compostos que levou para Michigan em 1984. Devido a este adiamento, a NBC que era a principal responsável pela transmissão da categoria nos Estados Unidos, não transmitiu a corrida para o país.

Na corrida, Emerson saiu da 19ª colocação para assumir a ponta depois de exatas 400 milhas disputadas, na volta 201, ficando nesta posição por apenas nove voltas. Após a última para reabastecimento, o piloto brasileiro assumiu a liderança na volta 232 para não mais perder.

A conturbada 500 milhas foi disputada em 250 voltas, sendo que em 104 passagens na linha de chegada, a bandeira amarela estava sendo agitada pelo diretor de prova. Apenas oito pilotos completaram a prova, além de Emerson. Junto com o brasileiro que defendia a equipe Patrick Racing, estavam no pódio Al Unser da equipe Penske que chegou em segundo e Tom Sneva da Eagle All American Racers.


Veja metade da última volta da Michigan 500 de 1984

Esta foi a 16ª corrida apenas que Emerson Fittipaldi havia disputado até então. Depois disso, o brasileiro ganhou mais 21 corridas, sendo a última delas em Nazareth 1995, pela equipe Penske.

Além destas 22 vitórias de Emerson, os pilotos brasileiros conquistaram mais oitenta vitórias brasileiras na Fórmula Indy (somando IndyCar Series e ChampCar Series). Hélio Castroneves é o maior vencedor, com 23 conquistas.

Entenda a punição de Hélio Castroneves em Edmonton.

Brasileiro foi penalizado no final da prova canadense.

Após o polêmico final no Grande Prêmio de Edmonton realizado no último domingo, o Blog da Indy entrou em contato com a assessoria de imprensa da IndyCar Series para tirar algumas dúvidas com relação a punição sofrida por Hélio Castroneves.

No comunicado que recebemos, a assessora Amy Konrath comentou com relação aos pilotos, que foram advertidos por Brian Barnhart durante o briefing, a tradicional reunião com os pilotos antes dos treinos e corridas.

Segue o que foi falado na reunião dos pilotos, segundo Amy Konrath.

“Você tem muitas opções sobre onde colocar o seu carro e não deve ter qualquer defesa ou bloqueio. Novamente nós estaremos visualizando dividir o ponto de freada da curva no meio, você pode apenas estar por dentro uma vez que esteja tentando ultrapassar alguém. Se você estiver na metade de dentro porque você está sob ataque de outro piloto, ele está bloqueando. Não mova o seu carro em reação ao carro que o segue e não impeça o progresso de um carro que está te acompanhando”

Abaixo, segue o regulamento em da IndyCar Series:

Regra 9.2 (A) - O procedimento de penalização é o resultado da conduta na pista e geralmente imposto durante a atividade de pista. Se a imposição da penalidade é feita perto do fim das atividades na pista, o carro e o piloto não precisam cumpri-la na hora. O oficial chefe estabelecerá a posição do piloto nos resultados, refletindo a punição em pista. A penalidade está incluída sem nenhuma limitação, reposicionamento e não é protestável, apelável.

Regra 9.3 (B) - Um piloto não deve alterar a sua linha de traçado baseado na ação de perseguir pilotos ou usar uma linha anormal para inibir ou prevenir ultrapassagens. Bloquear resultará no mínimo em bandeira preta - drive through.

Regra 7.1 (B) (4) (C) (4) - O oficial principal deve determinar o tipo e a duração da bandeira preta. O carro penalizado deve proceder ao pit como mandam os oficiais e talvez retornar a corrida, só com a permissão dos fiscais. No caso do piloto violar as regras, nenhum trabalho será permitido no carro durante a execução da bandeira preta. Se algum trabalho ocorrer, as condições da penalidade são indefinidas e o procedimento pode ser executado novamente na próxima volta. A penalidade não pode ser protestada ou sofrer apelação.

Abaixo, acompanhe imagens nos dois momentos principais da provas praticamente nos mesmos pontos da pista. Imagens da TV Bandeirantes.

Confira as imagens do ataque de Hélio Castroneves sobre Will Power na volta 76:


Confira a manobra de Hélio Castroneves se defendendo de Will Power na volta 93:

Grande Prêmio em Detroit deve continuar fora da Fórmula Indy.

Evento tem pequenas chances de voltar ao calendário a partir de 2012.

O jornal Crain Communications com sede em Detroit anunciou na tarde desta segunda-feira (26) que a cidade deverá continuar de fora do calendário da Fórmula Indy nos próximos anos.

A crise econômica que abalou o mundo no final de 2008, ainda tem reflexos na capital do automóvel. “Não temos planos no atual momento para este Grande Prêmio retornar em 2011. Esperamos que a economia melhore o suficiente para nós trazer de volta a Detroit, talvez em 2012. Nós veremos”, disse Bud Denker, vice presidente da Penske Corporation e presidente da organização da corrida em Detroit.

O Grande Prêmio de Detroit estava no calendário da temporada passada, que foi anunciado em agosto de 2008, mas por problemas financeiros, a corrida que tinha contrato até 2010, foi cancelada ainda em dezembro daquele ano.

Mapa do circuito para os fãs no Belle Isle Park.

A cidade de Detroit sediou corridas da Fórmula Indy em um período de aproximadamente duas décadas. As primeiras corridas realizadas na cidade, entre os anos de 1989 e 1991, foram disputadas no mesmo circuito que recebeu a Fórmula 1 na década de oitenta. A partir de 1992, o evento passou a ser realizado em um ponto muito próximo ao antigo circuito, no Belle Isle Park. Em 2002, por problemas financeiros, o evento deixou de ser realizado pela CART, retornando ao cenário do automobilismo apenas em 2007, agora, pela IndyCar Series.

Nas quinze corridas disputadas da Fórmula Indy em Detroit, os pilotos brasileiros conquistaram cinco vitórias. Emerson Fittipaldi ganhou em 1989 e 1991, Hélio Castroneves ganhou consecutivamente em 2000 e 2001, enquanto que o Tony Kanaan venceu a edição de 2007.

Roger Penske foi o grande responsável pela volta do Grande Prêmio ao calendário da Indy três anos atrás. Estima-se, que foram investidos mais de sete milhões de dólares na revitalização do local para receber a Fórmula Indy.

Melhores momentos do GP de Edmonton

Fórmula Indy realizou a sua 11ª etapa do ano, em Edmonton. Confira o que de melhor aconteceu.

Depois de intrigas no Twitter, pilotos mostram ato de cavalheirismo no micro-blog.

Tony Kanaan e Alex Tagliani mostram bela atitude após toque que deixou o canadense fora da prova.

Se na semana passada o Twitter foi a principal ferramenta de desabafo dos pilotos após alguns acidentes na etapa de Toronto, desta vez foi diferente ao término da corrida de Edmonton.

Em uma relargada na volta 52, Tony Kanaan e Alex Tagliani disputavam posições intermediárias na prova, os dois pilotos contornaram a curva um lado a lado, mas na saída desta curva, Tony e Alex acabaram se tocando, pior para o canadense que ficou de fora da prova.

Momento do acidente envolvendo os dois pilotos

O brasileiro logo se pronunciou no Twitter. “Desculpe meu amigo, foi totalmente não intencional”, disse Tony. O canadense logo desculpou o baiano. “Eu sei, eu te conheço já há muito tempo, não se preocupe", confirmou Tagliani.

Alex Tagliani não completa nenhuma corrida em seu país.

Após acidente com Scheckter em Toronto, canadense se envolve em acidente com os brasileiros em Edmonton.

Desde que anunciou a criação da equipe FAZZT Race Team em agosto do ano passado, Tagliani previa as duas etapas canadenses da Fórmula Indy como o ponto alto da temporada, por seus investidores serem de seu país também. Mas, os resultados obtidos pelo canadense nestas duas etapas foram bem abaixo do que todos esperavam.

Após um acidente provocado por Tomas Scheckter em Toronto e uma discussão com o piloto após a corrida na semana passada, neste domingo (25) em Edmonton, o piloto sofreu um toque do brasileiro Tony Kanaan e após ficar na pista parado, foi acertado por outro piloto do Brasil, desta vez Mario Romancini.

Durante determinado momento na prova, o canadense esperava concluir a prova entre os dez melhores. “Foi um acidente de má sorte. Eu penso que nossa primeira perna foi muito boa. Nós estávamos salvando combustível e fazendo o melhor com o que tínhamos. Eu penso que poderíamos ter finalizado entre os dez primeiros, mas foi apenas um acidente de má sorte na curva um que terminou com nosso dia. Nós conquistamos seis posições e a equipe fez um trabalho realmente bom. Nossa estratégia estava boa, nosso carro estava melhor do que tem estado e eu acho que terminar entre os dez primeiros era o que queríamos”, comentou Alex.

Foto: Chis Jones/IndyCar Series
Alex Tagliani em ação no GP de Edmonton antes de se envolver no acidente com os brasileiros.

O piloto explica como foi o acidente. “Eu acho que o Tony freou dentro da curva um e deixou o traçado com a borracha bem aberto. Quando eu saí da curva um, eu senti como se tivesse deixado bastante espaço para ele e fiquei perto do muro, então, eu senti um toque por trás na parte traseira direita, rodei e acabei sendo acertado na esquerda por dentro”, explicou o canadense do carro Nº 77.

Will Power acha punição para Castroneves severa, mas “é isto que merecia”

Mesmo com a segunda colocação, australiano dispara na liderança do campeonato.

Não foi o resultado que Will Power esperava ao cruzar a linha de chegada em Edmonton neste domingo (25) em segunda lugar, mas o piloto australiano aumentou a sua margem na liderança do campeonato para cinqüenta pontos em relação a Dario Franchitti, o vice-líder da Fórmula Indy.

Após liderar 76 voltas da corrida, Power perdeu a liderança da prova para o brasileiro Hélio Castroneves, seu companheiro de time, na Penske. Em uma relargada, o australiano tentou recuperar a primeira posição, mas não conseguiu e acabou caindo para o terceiro lugar.

De acordo com Power, Hélio Castroneves fez uma manobra irregular, mas ele achou a punição dura demais ao seu companheiro de equipe. “Eu dei espaço a ele e ele me bloqueou. Eu gostaria de dizer que uma bandeira preta é uma punição muito severa, mas é o que isto merecia. Foi apenas uma dessas coisas de corrida. Quando você está liderando na relargada, você quer manter a liderança”, afirmou o líder da Fórmula Indy em 2010.

Scott Dixon estava de olho no regulamento da Fórmula Indy.

Piloto neozelandês não acredita na vitória.

Após um domínio da equipe Penske no final de semana em Edmonton, o piloto Scott Dixon da equipe Chip Ganassi faturou a corrida de Edmonton disputada nesta tarde de domingo (25) no circuito montando em um aeroporto na cidade canadense.

O piloto afirma que punições já eram previstas a acontecerem. “Brian sempre disse que se você está bloqueando, indo em qualquer curva e você está do lado direito, especificamente na curva um, você tomará uma punição. Nós fomos avisados a semana inteira, então você poderia prever que alguma coisa iria acontecer”, disse o neozelandês.

Foto: Chis Jones/IndyCar Series
Piloto comemora a vitória em Edmonton que caiu do céu, ou melhor, da torre de controle.

Como a Ganassi era a segunda equipe mais forte em Edmonton, a vitória acabou sendo uma surpresa para Dixon. “Nós tivemos um grande ritmo e mantivemos uma linha típica. Foi um dia duro. O carro estava meio solto. Eu não posso acreditar que ganhamos”, afirmou Dixon, que venceu o GP de Edmonton pela segunda vez em sua carreira.

Esta foi a 24ª vitória na carreira de Scott Dixon na Fórmula Indy. O piloto continua na terceira colocação do campeonato com 349 pontos.
 
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