Novo carro... Nova Fórmula Indy?

Olá galerinha do Blog da Indy, tudo bem com vocês? A temporada da Fórmula Indy começa praticamente em um mês e claro, o assunto mais comentado aqui no Brasil é a etapa paulista da IndyCar que será realizada nas ruas que rodeiam o complexo do Anhembi.


Mesmo com todo o foco nesta corrida de abertura do mundial 2010 da Indy, nos Estados Unidos o assunto é outro no momento, é sobre o novo carro da categoria. Como colocamos aqui em nosso espaço todas as informações das novas marcas assim que lançam algo, você fã da Indy tem informações sobre o que está acontecendo pelo lado das terras dos USA.

Eu que sempre fui um crítico ferrenho dos chassis Dallara que estão ai se arrastando pelas pistas a sete temporadas, nunca imaginei que eu possa ficar um dia com saudades desses carros que eu queria ver extinto o mais rápido possível.

A Fórmula Indy desde o ano de 1996 quando ocorreu a cisão onde para um lado ficou a CART e outro a IRL, parece sofrer uma incrível crise de identidade. Os dirigentes não conseguem apontar um caminho e segui-los. Não sabem se correm em pistas ovais ou mistas e de rua, não sabem se planejam um campeonato para se expandir mundialmente ou ficar nos Estados Unidos. Vocês já perceberam que o atual carro da Indy é fabricado na Itália e que seus propulsores e calçados são japoneses? E mais, na Fórmula Indy 2009 e também neste ano, o carro patrocinado pelas Forças Aéreas dos Estados Unidos é guiado por um brasileiro enquanto o carro da Guarda Nacional é pilotado por um inglês? Imaginem os sentimentos dos fãs norte-americanos que são tida como a nação mais nacionalista de todas.

Pois bem, a crise de identidade parece estar perto de seu ápice com as novas propostas de chassis para a temporada 2012. Tanto a Dallara quanto a Swift já se pronunciaram e mostraram seus modelos de carros, cada uma apresentou três diferentes carros, e põe diferentes nisso.

O primeiro modelo de cada uma das construtoras apresentados até agora me agradou demais, parecem ser carros rápidos, robustos e bem leves. O que mais me agradou até agora foi o primeiro Dallara e o bico dele alongado lembra um pouco os atuais Dallara, mas graças a Deus é a única coisa que se assemelha ao atual carro. Gostei bastante da aerodinâmica dele e aquela barbatana charmosa e mais discreta que os carros da Fórmula 1, ficou bem legal. Mas este modelo peca é com relação a espaço para os patrocinadores na lateral do carro. Lembrando que um dos itens de exigência para a construção deste novo chassi da Indy é que a IndyCar deseja espaços amplos para promover os patrocinadores na TV. O carro estilo Fórmula da Swift também ficou bacana, achei legal principalmente a frente do carro com duas asas, uma bem pequena e a outra tradicional, mas que tem linhas bem legais. Só não entendi o porquê do motor ter partes descobertas.

Modelo Fórmula da Swift: Parte dos motores são descobertos.

Agora, os demais modelos sinceramente são carros de qualquer coisa, menos de Fórmula ou como os americanos chamam de “Open Wheel” que significa “rodas descobertas”. O segundo modelo da Dallara ainda lembrou um pouco o Panoz da ChampCar, agora os demais modelos são todos parecidos com carros protótipos. E eu pergunto, caso a IndyCar Series escolha um destes modelos será considerada ainda uma categoria open wheel?

Modelo Fórmula da Dallara: Parte frontal do carro é semelhante ao atual IndyCar.

Outra coisa que me animou bastante com relação aos novos modelos da Indy é com relação ao design dos carros com relação à entrada de ar (ou melhor, a falta dela) para refrigeração dos motores, que significa que a Indy pode estar pensando em retornar a utilizar motores turbos na categoria. Nos modelos da Swift, até mesmo a válvula pop-off aparece, dando a entender que realmente os motores mais desejados pelos fãs devem estar de volta na Fórmula Indy.

A IndyCar Series não comunicou se a categoria continua sendo monomarca depois em 2012 ou se finalmente voltaremos a ver mais de um chassis nas pistas, sabe-se apenas que Lola, Swift, Dallara e DeltaWing são candidatas a fornecerem chassis daqui dois anos.

E vocês galerinha do Blog da Indy, o que acham desses carros revolucionários e muitos deles bizarros para um campeonato de Fórmula?

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Jackson Lincoln Lopes é Professor de Educação Física graduado pela Universidade Estadual de Maringá e colabora com o site amigos da velocidade escrevendo notícias relacionadas a Fórmula Indy, além de ser editor do Blog da Indy e possuir um acervo com mais de 500 corridas da Indy desde 1979 em sua coleção.

Justin Wilson gostou do traçado da São Paulo Indy 300.

Piloto inglês aponta aposta no vácuo das grandes retas.

O piloto inglês Justin Wilson parte para sua sétima temporada consecutiva na Fórmula Indy neste ano de 2010. Aos 31 anos, o piloto mais alto do grid com 1.90m de altura já soma 88 largadas na categoria, seis vitórias e sete poles-positions.

Essa não será a primeira vez que o inglês vem para o Brasil disputar uma corrida, em 2003 correndo pela Minardi, Wilson disputou o GP Brasil de Fórmula 1 e agora retorna ao país para pilotar na primeira corrida de rua da Indy na América latina.

O inglês destacou as grandes retas do circuito do Anhembi quando o Blog da Indy perguntou ao inglês pelo Twitter o que ele achou do traçado paulista. “Olhando para o layout do circuito, eu gostei. Vai ser divertido nas duas grandes retas, parece que vamos ter bastante vácuo”, disse o piloto que agora faz parte da escuderia Dreyer & Reinbold.

A abertura do campeonato mundial de Fórmula Indy será no dia 14 de maço as 13h00 da tarde com transmissão ao vivo da TV Bandeirantes.

Troféu da São Paulo Indy 300 leva assinatura de Paulo Soláriz

Apaixonado por corridas, relação do pintor e escultor com o automobilismo é antiga. Peça que será entregue aos melhores na pista tem São Paulo como inspiração.

ReUnion Sports & Marketing


Em qualquer evento esportivo, o troféu de primeiro colocado é o objeto de desejo de todo competidor. E será assim também na São Paulo Indy 300. Mas com uma diferença: o troféu será uma verdadeira obra de arte. Criada pelo artista plástico Paulo Soláriz, a peça será entregue aos três primeiros colocados da primeira corrida da Fórmula Indy na capital paulista, marcada para o dia 14 de março.

Conhecido por seu envolvimento com o automobilismo, o pintor e escultor paulista já se aventurou nas pistas. Na década de 70, ele competiu em uma categoria de motovelocidade. Mas esteve intimamente ligado ao esporte a motor praticamente desde que nasceu. "Aos quatro anos de idade assisti à primeira Mil Milhas Brasileiras com o meu pai, que também adorava corrida. A gente morava no Canindé (Zona Norte da capital paulista), região onde o Camilo Christófaro (famoso piloto paulista de carreteira da primeira metade do século XX) morava também. Então eu cresci acompanhando o automobilismo e a evolução da indústria automotiva no Brasil", explicou Soláriz.

O artista revela que buscou inspiração na história paulistana para confeccionar os troféus que os três primeiros colocados da São Paulo Indy 300 receberão. "A idéia era fazer um troféu que representasse alguma característica de São Paulo. Como a cidade não tem nenhum ponto geográfico que sirva de inspiração, como o Rio de Janeiro tem o Pão de Açúcar ou o Corcovado, achei uma boa proposta mostrar o que São Paulo simboliza para as pessoas", contou. Por isso, a peça trará elementos familiares à cultura paulista e também brasileira, com referências aos Bandeirantes e aos trabalhadores que construíram o estado mais rico do País.

Muitas das obras de Soláriz são inspiradas no esporte a motor. O artista inclusive já lançou um livro inteiro com imagens de pinturas e esculturas inspiradas no tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna. Intitulado "Arte para Senna", o trabalho reúne um riquíssimo material elaborado pelo paulista ao longo de 12 anos.

Com um currículo de quase 50 exposições, entre mostras individuais e coletivas, e diversos prêmios, Soláriz tem obras de seu acervo em sedes de empresas importantes no Brasil, como as montadoras Peugeot, Kia, Volkswagen e Ferrari, além do Instituto Ayrton Senna. No exterior, seus trabalhos podem ser vistos na Escola de Pilotagem Martin Hines (na Inglaterra) e na sede da Sasol Oil Company, na África do Sul.


Vídeo Blog da Indy na Bandeirantes

O colunista Leandro Coelho foi entrevistado na tarde de hoje pela Rede Bandeirantes conforme anunciamos.

Confira o vídeo:

Swift apresenta seus modelos de carros para 2012.

Empresa norte-americana é a segunda a apresentar seus modelos de carro para a IRL.

Quatro dias depois da italiana Dallara Automobili apresentar seus três carros para a IndyCar Series, agora chegou a vez da Swift mostrar seus primeiros esboços dos carros para 2012 que é a data marcada para a aposentadoria dos velhos chassis Dallara que a Fórmula Indy utiliza desde o longínquo ano de 2003. Assim como a Dallara fez, a Swift fez um carro de fórmula tradicional e outros dois carros mais exóticos.

A Swift deseja retornar a Fórmula Indy uma década depois de ter feito sua última corrida no oval de Fontana em 2000 com o brasileiro Tarso Marques na equipe Dale Coyne. "Dado que a Swift lidera o desenho e a fabricação de carros de competição nos EUA e a nossa história de 27 anos no automobilismo, é natural que aspiremos com nossos patrocinadores a principal categoria de monopostos dos EUA" Disse Jan Wesley Refsdal, presidente da Swift

Para esta nova empreitada da Swift foi concretizada aliança entre a Swift e a Cray Inc. (companhia de supercomputadores) baseada em Indianápolis e a Mark One Composites Inc., além da Cruden American, líder mundial em simuladores de competição. Individualmente cada uma dessas parcerias foi crítica diante do compromisso da Swift continuar no automobilismo. Mesmo assim, coletivamente e em conjunto com cada um deles, teremos a ajuda para inovar em design e fabricação deste novo projeto, disse Refsdal.

Nos Estados Unidos a Swift fabrica os chassis dos carros da Fórmula Atlantic e no Japão a construtora fabrica os modernos carros da Fórmula Nippon.

A Swift foi fundada em 1983 por três sócios e no inicio da década de 90 foi comprada pela Panasonic de Hiro Matsushita e renomeada para Swift Enginerering. Em 1997 a construtora de carros entrou na Fórmula Indy e permaneceu até 2000.

O chassis Swift venceu quatro corridas neste período na Fórmula Indy, todas com a equipe Newman Haas Racing que na época corrida com Michael Andretti e Christian Fittipaldi.

A DeltaWing promete apresentar seus modelos de carros para esta quarta-feira nos Estados Unidos.

Modelo mais tradicional da Swift para a IndyCar em 2012.

Modelo estilo protótipo da Swift.

Terceiro modelo da Swift com frente inovadora até mesmo para protótipos.

Colunista do Blog da Indy é entrevistado como fã da Fórmula Indy pela Band.

Leandro Coelho fala para a Rede Bandeirantes sobre a etapa de São Paulo da Indy.

Nesta segunda feira (08/02), o colunista Leandro Coelho do Blog da Indy foi até o local da prova onde será realizada a etapa de abertura da Fórmula Indy em São Paulo, a região do Anhembi.

Leandro foi entrevista pelo repórter Márcio Gontijo e contou como começou a sua paixão pelo automobilismo norte-americano e as primeiras corridas que assistiu da Indy pela Bandeirantes. Falou também sobre o trabalho de popularizar a Fórmula Indy com seu projeto do site IndyBrasil uma década atrás e claro das expectativas para a corrida do próximo dia 14 de março.


A entrevista com Leandro Coelho será exibida na noite de hoje no Jornal da Band que tem inicio às 19h20 na Rede Bandeirantes de televisão.

Sam Hornish Jr: Nascar é mais difícil.

Tri campeão da Indy manda recado para Danica Patrick.

O consagrado piloto da Fórmula Indy Sam Hornish Jr. que conquistou três títulos na IndyCar Series na última década fez alguns comentários sobre suas dificuldades enfrentadas na Nascar para Danica Patrick, piloto da equipe Andretti Autosport que neste ano disputa algumas corridas da categoria de StockCar norte-americana.

Sam Hornish comentou que sofre até hoje com sua transição para da Fórmula Indy para a Nascar. “Eu só posso dizer que eu sei quantas corridas e campeonatos eu venci em meus anos na IndyCar. "Você pode ver como tem sido difícil a transição de categoria para mim, eu espero que ela faça isso bem e que as coisas aconteçam bem para ela. Para mim essa mudança tem sido muito, muito difícil de fazer", disse Hornish que foi 35º e 28º colocado no campeonato principal da Nascar nos dois últimos anos respectivamente.

O vencedor das 500 milhas de Indianápolis de 2006 disse que um dos principais motivos para esta dificuldade de adaptação é a quantidade de carros competitivos no grid de sua categoria atual. “Na Nascar existem pessoas talentosas, mas em vez de ter cinco caras talentosos, tem mais de trinta. Há o dobro de equipes na Nascar”, disse o campeão da Indy de 2001, 2002 e 2006 referido-se a competitividade existente na categoria de stock car norte americana.

Sam Hornish teve em sua passagem pela IndyCar Series conquistou doze poles-positions, dezenove vitórias e outros 28 pódios em apenas 116 largadas.

Chamada da São Paulo Indy 300 na Televisão

Confira o vídeo que está sendo exibido na TV Bandeirantes para venda de ingressos da corrida da Fórmula Indy em São Paulo.

Ingressos de R$100,00 do setor 14 Bis estão esgotados.

Entrada mais barata da Fórmula Indy em São Paulo já acabou.

A organização da Fórmula Indy colocou a disposição dos fãs da categoria 2.800 ingressos no valor de R$100,00 e com a possibilidade desse numero cair pela metade quando o fã da Indy tem o beneficio da meia-entrada.

Em apenas quatro dias, todos esses ingressos foram vendidos, a informação é de Fernando Julianelli, um dos diretores da ReUnion Sports & marketing. “Os ingressos de R$100,00 estão esgotados. O setor mais procurado depois do 14 Bis, é o setor azul”, disse o empresário ao Blog da Indy.

São esperadas cerca de sessenta mil pessoas para o dia da corrida e a previsão de que os ingressos estejam esgotados até o final destemes.

Indy Responde 04

E ai pessoal, tudo bem com vocês?

Vamos para mais um Indy responde?

Começando pela pergunta da Vanessa.
Ps.: As mulheres estão com tudo no blog. A participação delas é incrível!


Caros amigos,

Estou propensa a compra do ingresso no setor azul. Gostaria de saber se haverão telões para acompanhar a prova, afinal só será possivel ver uma parte da pista. A melhor parte, na minha opinião, que é a saida e a entrada nos pits, não ficará visivel.

Obrigada,

Vanessa

Vanessa, o setor azul é uma das melhores opções sinm! Mas corra e garanta logo o seu ingresso. A organização já confirmou que os ingressos do setor 14 Bis já estão esgotados, e o segundo mais procurado é o setor azul. Particularmente fiquei com o setor cinza. É de lá que vou acompanhar a prova.
Quanto aos telões, acredito que haverá sim telões ao longo da pista, e em locais que facilite a visualização daqueles que estão nas arquibancadas. Contudo, não se sabe ainda onde eles estarão dispostos. Mas quanto a isso não se preocupe muito não. Mesmo da arquibancada da para acompanhar muita coisa. Quando fui na F1 fiquei no final da reta oposta. Não tinha um telão sequer, e mesmo assim acompanhei a corrida tranquilamente.


E agora a pergunta do Marcílio Feitosa Lima Veras.

Se não me engano. Atualmente os carros da indy estão mais lentos que a alguns anos atras. Até porque na época os mesmos tinham motores turbinados e menos resistência aerodinâmica.
Qual foi o ano em que a indy esteve mais rápida? Lembro que no final da década de 90, Gil de Ferran ultrapassou os 400 km/h (não lembro em qual circuito).
Gostaria de saber também quais foram os tempos de todas as pole-positions do circuito de indianapolis desde a primeira indy500.

Marcilio Feitosa Lima Veras



Sim, os carros atuais da Indy não são tão rápidos como os carros doda década de 90 e dos carros dos primeiros anos deste novo século. Você está correto que os motores turbo ajudavam muito neste sentido.
A redução das velocidades segue a política de segurança que todas as categorias adotam. E neste sentido estou de acordo com eles. Acredito que é necessário passar dos 400 Km/h para proporcionar uma corrida emocionante e atrativa para o público.
Mas quanto às suas perguntas, não só o Gil de Ferran rompeu a barreira dos 400 Km/m, mas uma série de pilotos. Está com ele sim o recorde de volta mais rápida realizada em um circuito fechado. Foi no dia 28 de outubro de 2000.
Quanto ao tempo das poles em Indianápolis, vou te indicar um dos mais sérios sites de estatísticas da Indy500 que conheço. ( Na minha opinião, o melhor, até mesmo por ser dados disponibilizados pelos organizadores da prova).

http://www.indy500.com/stats

Boa leitura!

Seguindo para o email do Marcos Nunes Pereira, em sua segunda participação no Indy Responde.

Bom dia Virgilio!!!

Será que você consegue explicar porque os jornais a impressa no modo geral não fala sobre Indy? e nem sobre a SP Indy 300?, por que esta "frescura" é ciúmes da Band? abraços.

Seu blog é ótimo estou aprendendo muito sobre a categoria.

Marcos, essa é uma pergunta que também me faço. Acredito que este “boicote” se dá pelo fato de uma emissora de TV, a BAND, ter bancado este evento. Com isso, as outras emissoras realmente não investem tanto de seu tempo na cobertura de um evento assim. Coisas de mercado mesmo.
Fico feliz em saber que estamos sendo colaboradores no seu aprendizado.
Continue contando conosco!
Abraços!!
 
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